Terça-feira, 20 de Julho de 2010

VISITE SEM MARCAR!

OPORTUNIDADE!

 

 

APARTAMENTO T3—VAGOS—85.000€

                                                                                                                                                 

 

       » Características:

 

 . Prédio com elevador

 . Sala com recuperador de calor

 . 3 Quartos com roupeiros embutidos

 . 4 Roupeiros

 . 2 wc's (um é privativo)

 . Cozinha remodelada e equipada com combinado, placa, forno, exaustor, micro-ondas, máquina de lavar roupa, máquina de lavar louça. Tudo TEKA.

 . Varandas, arrumos, despensa, garagem fechada e lugar de garagem.

 

 

VISITE SEM MARCAR!

 

Quarta-feira 21 de Julho de 2010 - Das 14h às 21h30

 

Sábado        24 de Julho de 2010 - Das 10h ás 20h00

 

 

MORADA:

 

Rua Carvalho e Maia, nº16 2ºDto.

3830-413 - VAGOS

publicado por salpetra às 16:33
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Sexta-feira, 30 de Abril de 2010

Newsletter_45 - Como aliviar a prestação da casa em tempos de crise?

Quer aliviar a prestação da sua casa e ouve falar em diferimento de capital ou período de carência, alargamento de prazo, apoio em caso desemprego e não sabe por onde começar?

 

Alargamento do prazo

Desde Julho de 2008 que os empréstimos podem ir até aos 50 anos com idade máxima de 80 no mutuário mais velho. Isto permite ter uma maior poupança no imediato, contudo pagará mais  juros decorrentes da dívida.

 

Diferimento de Capital

Esta opção permite  deixar para a última prestação uma parte do capital em divida até determinado limite. Assim, reduz no imediato a prestação mensal, mas os custos finais serão maiores, uma vez que os juros sobre esse montante não vão diminuindo como no reembolso normal por não haver amortização de capital sobre a parcela diferida.

 

Período de Carência

Aqui é contratado um período de tempo onde não há amortização de capital, apenas pagamento de juros. Durante este tempo a prestação é menor. Contudo,  quando a carência terminar voltará a ter uma prestação normal, de capital e juros, mas um pouco maior por o período de tempo para amortizar o capital ser menor. Também no final os encargos serão superiores.

 

Ajuda no Desemprego

Se um dos mutuários estiver desempregado e inscrito no Centro de Emprego há mais de 3 meses, a moratória do Governo permite uma redução de  50% da prestação actual durante o período de 24 meses. Depois de terminar o período da moratória, o mutuário terá de começar a pagar o montante correspondente ao valor da prestação normal mais o valor da moratória diluído ao longo de todo o prazo do empréstimo acrescido dos juros .

 

publicado por salpetra às 14:47
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Sábado, 20 de Março de 2010

Newslwtter_44 - Tenho de dar preferência aos confinantes do meu terreno rústico?

                                                                                                                                                                                                    

Se tem um terreno rústico e pretende vendê-lo, saiba que deve dar direito de preferência aos seus confinantes.          

                                                                                                                                                                                             

Artigo 1380º                                                                                                                                                                          

Os proprietários de terrenos confinantes, de área inferior à unidade de cultura, gozam reciprocamente do direito de preferência nos casos de venda, dação em cumprimento ou aforamento de qualquer dos prédios a quem não seja proprietário confinante.

 

Artigo 1381º

Não gozam do direito de preferência os proprietários de terrenos confinantes:

a) quando algum dos terrenos constitua parte componente de um prédio urbano ou se destine a algum fim que não seja a cultura;

b) Quando a alienação abranja um conjunto de prédios que, embora dispersos, formem uma exploração agrícola de tipo familiar.

 

Querendo vender a coisa que é objecto do pacto, o obrigado deve comunicar ao titular do direito o projecto de venda e as cláusulas do respectivo contrato. Recebida a comunicação, deve o titular exercer o seu direito dentro do prazo de oito dias, sob pena de caducidade, salvo se estiver vinculado a prazo mais curto ou o obrigado lhe assinar prazo mais longo.

 

O comproprietário a quem se não dê conhecimento da venda ou da dação em cumprimento tem o direito de haver para si a quota alienada, contando que requeira dentro do prazo de seis meses, a contar da data em que teve conhecimento dos elementos essenciais da alienação, e deposite o preço devido nos 15 dias seguintes à propositura da acção.

 

publicado por salpetra às 11:03
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Sábado, 20 de Fevereiro de 2010

Newsletter_43 - Vai vender o seu imóvel mas pensa arrendá-lo entretanto?

Se está a pensar vender a sua casa mas equaciona arrendá-la entretanto tenha em atenção o seguinte:

 

 Um contrato de arrendamento urbano deve ser celebrado por escrito desde que tenha duração superior a 6 meses.

 Na compra e venda ou dação em cumprimento do local arrendado há mais de 3 anos o arrendatário tem direito de preferência.

 

 O contrato de arrendamento urbano para habitação deve ser celebrado com prazo certo (superior a 5 anos e inferior a 30) ou duração indeterminada. No prazo certo considera-se automaticamente ampliado ou reduzido para os prazos mencionados, desde que fique aquém do mínimo ou ultrapasse o máximo. (não se aplica aos contratos para habitação não permanente ou para fins especiais transitórios por motivos profissionais, de educação e formação ou turísticos exarados no contrato).

 

 O senhorio pode impedir a renovação automática mediante comunicação ao arrendatário com uma antecedência não inferior a 1 ano do termo do contrato. Por sua vez ao arrendatário poderá fazê-lo desde que avise com 120 dias de antecedência do seu termo ou após 6 meses de duração efectiva a todo o tempo mediante aviso prévio de 120 dias antes da data pretendida.

 

 A inobservância da antecedência prevista não obsta a cessação do contrato, mas obriga ao pagamento das rendas correspondentes ao período de pré-aviso em falta.

 

 O contrato de duração indeterminada cessa por denúncia de uma das partes: o arrendatário pode denunciar independentemente de qualquer justificação mediante comunicação não inferior a 120 dias sobre a data em que pretende a cessação. O senhorio pode denunciar se houver necessidade de habitação para o próprio ou descendente m 1.º grau (com pagamento equivalente a 1 ano de renda, aviso não inferior a 6 meses e se utilizar o arrendado nos 6 meses seguintes por um período não inferior a 3 anos), demolição ou obras de remodelação e mediante comunicação ao arrendatário com antecedência não inferior a 5 anos da data de cessação.

 

                                                                                                                                                                                       

 

 

publicado por salpetra às 10:48
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Sexta-feira, 8 de Janeiro de 2010

Newsletter_42 - O que é uma Partilha?

 

Partilha é o processo que permite a divisão da coisa ou universalidade do direito entre os vários titulares, distribuindo os patrimónios certos e determinados, atendendo a uma causa, nomeadamente, para divisão da herança entre os herdeiros, para uma partilha em vida, liquidação sociedades ou separação das partes a que os cônjuges têm direito.

 

As partilhas podem ocorrer de forma judicial ou extrajudicial, desde que, neste caso, se verifique acordo entre todos os interessados.

 

No caso de partilha de bens imóveis ou quotas de sociedades de que façam parte coisas imóveis é exigida escritura pública.

 

Na partilha por herança o direito de cada herdeiro recai sobre toda a massa da herança. Se existirem menores como co-herdeiros, a partilha extrajudicial depende da autorização do tribunal, requerida pelos pais, enquanto seus representantes. Quando na partilha exista cônjuge sobrevivo com direito a metade, esta deve ser quantificada.

 

Na partilha por herança e na partilha dos bens do casal, não existe dever de apresentar licença de utilização, aquando da transmissão de prédios urbanos.

 

 

http://salpetra.blogs.sapo.pt

 

 

 

 

 

 

publicado por salpetra às 14:59
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Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Newsletter_41 - Sabe o que são Habitações a Custos Controlados?

 

Habitações a Custos Controlados (HCC) são habitações construídas com o apoio do estado, que, para o efeito, concede benefícios fiscais e financeiros.

 

 

A concessão destes apoios tem como pressuposto a construção de qualidade, inserida dentro de certos parâmetros de áreas, valor máximo de venda e custo de construção.

 

 

Podem promover habitações de custos controlados:

* Câmaras Municipais;

* Instituições Particulares de Solidariedade Social;

* Cooperativas de Habitação;

* Empresas Privadas.

 

 

Em termos de benefícios consideram-se:

* Isenção de IMT na aquisição de terreno destinado à construção a custos controlados;

* Bonificação da taxa de juro nos financiamentos para aquisição e infra-estruturação de terrenos e construção de empreendimentos de HCC;

* Aplicação da taxa reduzida de IVA (5%) nas empreitadas de construção de HCC.

 

publicado por salpetra às 17:32
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Sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

Newsletter_40 - Quais as garantias da minha habitação?

 

 

O vendedor está obrigado a garantir o bom funcionamento dos bens que fornece, segundo as normas legalmente estabelecidas, ou de modo adequado às legitimas expectativas do consumidor.

 

O período de garantia mínima para imóveis é de 5 anos com inicio na data de entrega do bem. O decurso deste tempo suspende-se durante o período em que o consumidor não puder usar o bem em virtude das operações de reparação ou substituição.

 

Gozam desta garantia, o consumidor que tenha mandado fazer a obra ou outras pessoas a quem o imóvel tenha sido ou venha  a ser vendido.

 

A denúncia de defeito de um bem imóvel é de 1 ano. Se esse prazo for ultrapassado o consumidor pode perder os direitos de invocar a garantia que a lei lhe confere. Após a denúncia e num prazo de 6 meses deve recorrer a outras formas de resolução do seu conflito sob pena de perder os seus direitos e não ver satisfeitas as suas pretensões. Recomenda-se que as denúncias sejam feitas por carta registada com aviso de recepção.

 

Se adquirir um bem com defeito, o consumidor pode, em alternativa, exigir do vendedor a sua substituição, reparação, redução de preço ou extinção do contrato com devolução do que haja sido pago. A reposição do bem em condições adequadas, através de uma destas hipóteses é feita sem encargos para o consumidor.

 

No caso de um imóvel usado, desde que tenha sido vendido por um não particular, tem igualmente direito a 5 anos de garantia ou 1 se houver acordo entre as partes. Se comprar o imóvel a outra pessoa que não faça disso (a compra e venda de imóveis com objectivo de lucro) o seu modo de vida não tem qualquer tipo de garantia.

publicado por salpetra às 17:28
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Sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

Newsletter_39 - O que posso fazer num balcão Casa Pronta

 

 

Com o Casa Pronta, todas as operações são realizadas num único balcão .

 

 

- Celebração do contrato de compra e venda;

- Realização de registos necessários à compra e venda por exemplo

- Entrega do pedido de alteração de morada

- Obtenção junto da Câmara Municipal das plantas da casa adquirida;

- Entrega do pedido de dispensa do pagamento de IMI

- Liquidação e pagamento do IMT e Imposto de Selo

- Entrega da declaração para inscrição e actualização do prédio urbano na matriz

 

 

Uma vez eliminada a competência territorial, pode ser utilizado qualquer balcão Casa Pronta, independentemente da localização do imóvel. A rede de balcões está a ser alargada a todo o território nacional.

 

 

É um serviço que tem como vantagens a realização de várias operações num único balcão, a eliminação de formalidades inúteis, assenta em aplicações informáticas que interligam vários serviços (conservatórias, bancos e municípios), além de que os custos associados são em geral mais reduzidos.

 

 

Este Balcão pode ainda ser encarado como uma solução mais segura, uma vez que o registo de aquisição é feito imediatamente após a compra e venda, no mesmo balcão.

 

 

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publicado por salpetra às 13:07
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Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Newsletter_38 - Mas afinal o que é isso da Taxa de Esforço?

 

A Taxa de Esforço indica qual o risco e esforço financeiro a que uma família está sujeita. Esta taxa representa uma relação entre a prestação mensal de um possível crédito e o duodécimo do rendimento mensal anual bruto do agregado familiar.

 

 

Para saber se ainda tem capacidade para contrair mais empréstimos deve calcular a sua taxa de esforço, isto é, o peso das suas prestações com empréstimos no seu rendimento. Quanto mais baixo for esse valor melhor.

 

 

Para calcular a sua taxa de esforço divida o valor mensal dos seus (ou do agregado familiar) encargos pelo rendimento mensal. Ex:. Uma família com um rendimento mensal liquido de 1.650€ e um total de 850€ de encargos mensais tem uma taxa de esforço de 52%, o que quer dizer que esta família utiliza 52% do seu rendimento mensal para pagar os encargos.

 

 

Ao calcular a sua taxa de esforço saberá qual a percentagem do seu rendimento mensal que é utilizada para pagar os encargos de um empréstimo. Regra geral, a Taxa de Esforço não deve ultrapassar os 45% a 50% do rendimento médio mensal do agregado familiar sendo que a taxa de esforço ideal é de 30% do rendimento médio mensal.

 

 

 

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publicado por salpetra às 13:54
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Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Newsletter_36-Sabe o que é uma fiança?

 

A fiança é uma garantia pessoal típica que se encontra prevista e regulada nos arts. 627º a 655.º do Código Civil. Ser fiador é muito mais do que fazer um favor. È ser responsável pelo pagamento do dinheiro que foi emprestado, caso o mutuário deixe de cumprir essa obrigação.
 
O valor da fiança não pode exceder a dívida assumida pelo devedor, nem pode ser prestada em condições mais onerosas, sob pena da redução aos termos da dívida afiançada.
 
Sendo a fiança uma garantia prestada por um terceiro com o objectivo de assegurar o cumprimento da obrigação que não for cumprida pelo devedor, o credor poderá recusar o fiador que não tenha capacidade para se obrigar ou bens suficientes para garantir a obrigação. Por outro lado, poderá também exigir o reforço da fiança quando aquelas situações se verifiquem depois de o fiador ter sido nomeado.
 
Quando o devedor não cumpre a obrigação a que está adstrito será o fiador o responsável por tal cumprimento, quando isso acontece, o fiador que cumprir a obrigação fica sub-rogado nos direitos do credor, na media em que estes foram por ele satisfeitos (art. 644º do CC). E operando a sub-rogação, fica o fiador investido nos direitos do credor, já que a sub-rogação consiste numa transmissão singular do crédito.
 
Extinguindo-se a divida principal, a fiança extingue-se (art. 651º do CC).
 
A diferença entre o fiador e o avalista prende-se com o facto de o fiador só responder subsidiariamente, depois de não existirem bens do devedor principal, enquanto o avalista responde solidariamente (“lado a lado”) com o devedor principal. No fundo o fiador/avalista têm mais deveres do que direitos.
 
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publicado por salpetra às 13:41
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