Sexta-feira, 29 de Maio de 2009

Newsletter_17-Já ouviu falar no Concurso Nacional de Inovação?

 

Esta é uma iniciativa do Banco Espírito Santo que, em conjunto com a Fundação Ilídio Pinho e a Nokia Siemens Networks, pretende premiar e divulgar projectos de investigação, desenvolvimento tecnológico e inovação dirigidos à melhoria dos produtos, processos ou serviços de empresas ou outras organizações. 

Os projectos deverão apresentar resultados concretos demonstradores do seu potencial, em termos de inovação baseada em conhecimento, para que possam vir a ser utilizados como exemplo e estimulo na procura de novos modelos de competitividade.

Este concurso conta já com a 5.ª edição e está aberto a projectos nas áreas da Energia, Biotecnologia e Agro-Indústria, Novos materiais e Processos Industriais, Tecnologias da Saúde e Tecnologias de Informação e Serviços. A avaliação dos projectos considera a excelência científica e carácter inovador da tecnologia, impacto potencial da tecnologia na competitividade e a credibilidade da empresa/instituição ou inventor.

Sabendo que as principais fontes de Inovação e empreendedorismo em Portugal são as Universidades, Incubadoras de Empresas e Parques Tecnológicos, são já várias as parcerias estabelecidas.

Em mais um Road Show decorrido no passado dia 19 de Maio no Europarque/Santa Maria da Feira, Ricardo Espírito Santo Salgado (Presidente da Comissão Executiva do BES) focou 4 aspectos de relevo e cada vez mais decisivos numa actualidade onde se destacarão apenas os que conseguirem subsistir:

 

Empreendedorismo: dinâmica que, por iniciativa ou vontade própria, procure identificar, planear e implementar produtos ou serviços comercializáveis de base tecnológica, considerados como oportunidades de negócio

Industrialização: aumentar o peso do sector industrial na economia a nível regional ou nacional

Expansão de mercados: desenvolver e alargar a novos mercados. Movimentar a economia.

Inovação: mudar, renovar, descobrir e aplicar ideias e produtos ao mercado, aumentando a competitividade.

 

Perante uma plateia atenta, Ricardo Espírito Santo Salgado transmitiu aos empreendedores que o caminho passa por novas ideias, aplicáveis, conscientes, racionais e sobretudo competitivas, capazes de movimentar mercados e renovar economia.

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Quarta-feira, 20 de Maio de 2009

Newsletter_16-Porquê mediar o meu negócio?

(Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal)

 

Sem Mediação Corre Riscos – ao promover a venda directa da sua casa, está a abri-la a desconhecidos sem os cuidados que os profissionais da mediação imobiliária asseguram, ao identificarem quem levam a visitar imóveis em comercialização. E pode pagar um sinal para comprar casa a quem não tem para vender* enganado pelo anúncio de uma pechincha, colocado por alguém que se diz proprietário mas só é vigarista que “saca” sinais pela venda de imóveis que não lhe pertencem.

*O caso mais recente teve como engodo um apartamento mobilado, à Estefânia (Lisboa), que se “vendia” por tuta e meia, em desespero de causa do suposto proprietário. Quando o burlado “acordou” descobriu que tinha dado 10.000 euros de sinal ao antigo inquilino do imóvel, que entretanto voou para parte incerta.

Na Hora de Comprar ou Vender – não facilite e procure quem actua com regras. Na hora de comprar ou vender ou outros direitos reais, na hora de arrendar ou trespassar, certifique-se, no seu próprio interesse, que está a recorrer aos serviços de profissionais de mediação imobiliária. A actividade de mediação imobiliária é regulada pelo Dec. Lei n.º 211/2004. Só um mediador licenciado pelo Instituto dos Mercados de Obra Públicas e Particulares e do Imobiliário (IMOPPI) lhe garante idoneidade, capacidade profissional e segurança nos contratos.

Para a Segurança do seu Investimento ou da sua Poupança – confie só na publicidade que claramente identifica a empresa de mediação imobiliária. Desconfie de quem se diz profissional de mediação mas não exibe, no local de atendimento, o número da respectiva licença e a validade da mesma*.

*Esta informação é pública e pode ser confirmada no site APEMIP (www.apemip.pt) e no site do Instituto da Construção e do Imobiliário ”InCI” (antigo IMOPPI)

Compre ou Venda em Segurança – negócio mediado é negócio acertado porque a mediação CONFIRMA a capacidade de vender de quem diz querer vender, CONFERE a certidão predial com todos os registos do imóvel, IDENTIFICA os custos e os benefícios da aquisição (impostos e eventuais isenções) e tem um “KNOW-HOW” especifico para a comercialização de imóveis e CONHECE os melhores caminhos para cumprir as burocracias dos organismos oficiais.

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Sexta-feira, 15 de Maio de 2009

Newsletter_15-Quais as principais etapas para a compra de casa?

 

Na compra de casa e no recurso ao crédito, é aconselhável planear previamente as etapas a seguir.

ETAPA 1Informações junto do banco – determinar o valor máximo da habitação que poderá adquirir, considerando o limite percentual que é emprestado e o orçamento familiar.

ETAPA 2Procurar casa – cada vez mais existem diversas formas de procurar casa, anúncios de jornal ou revistas da especialidade, agências de mediação imobiliária, stands de venda, conhecimento próprio, internet, …

ETAPA 3Características da casa – a escolha depende sempre da finalidade. Na escolha do local deve considerar os acessos, transportes, exposição solar… Quanto à casa deve pensar nos isolamentos, acabamentos, espaço disponível e sua distribuição… No caso de habitações usadas é imprescindível verificar canalizações, fachadas, revestimentos…

ETAPA 4Cuidados a ter – verificar na Conservatória do Registo Predial se o vendedor é o verdadeiro proprietário, se existem hipotecas ou penhoras, se o imóvel não está sujeito a qualquer usufruto a favor de terceiros. Na Repartição de Finanças verificar se o imóvel está devoluto (livre de herdeiros com direito de preferência ou inquilinos), se a contribuição autárquica está em dia. Na Câmara Municipal verificar se tem licença de construção e habitação, se for terreno saber se está autorizado a construção e quais as características da habitação. Nos Tribunais se o vendedor não está em situação de falência, se o imóvel estiver em planta averiguar se os promotores têm capacidade e idoneidade para levar o empreendimento a bom termo.

ETAPA 5Formalização da decisão – efectuar contrato-promessa de compra e venda.

ETAPA 6Pedir empréstimo ao banco – após o pedido e entrega dos documentos necessários é efectuada a avaliação do imóvel e será comunicada a decisão e condições do empréstimo.

 

 

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Sexta-feira, 8 de Maio de 2009

Newsletter_14-Sabe tudo o que tem a pagar na compra de habitação?

 

Quando recorre a empréstimo bancário e a libertação de fundos tenha lugar em simultâneo com a escritura de compra e venda, terá até essa altura que fazer face aos seguintes custos:

SINAL, é o valor que o comprador entrega ao vendedor depois de tomar a decisão de compra e constitui o início do pagamento da habitação. O seu montante corresponde a uma percentagem do valor de compra e é acordado entre as partes. Este pagamento coincide com a assinatura do contrato-promessa de compra e venda.

CUSTOS BANCÁRIOS, são a comissão que se destina a suportar as despesas do banco com a avaliação do imóvel e outras despesas associadas ao estudo da operação. No caso de recurso a financiamento bancários para efeitos de sinal ou troca (crédito intercalar), haverá que contar com os respectivos juros.

REGISTO PREDIAL, são os registos provisórios de aquisição e de hipoteca na Conservatória do Registo Predial. Os seus custos (emolumentos) dependem dos valores indicados para a compra e hipoteca.

IMT, é o imposto sobre o valor de transacção e é pago de uma só vez antes da escritura (antiga Sisa). Quando se trate de transacção de imóveis ou fracções para habitação, há lugar a isenção de imposto até um dado montante fixado em legislação.

CUSTOS NOTARIAIS, são os custos com as escrituras de compra e venda e de hipoteca e são pagos no momento da assinatura dos contratos. Estes custos dependem dos valores de transacção e de hipoteca.

É importante estar informado sobre a totalidade dos custos associados à compra da sua habitação.

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publicado por salpetra às 14:30
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