Sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

Newsletter_32-E se vivesse numa casa-barco?

 

Viver perto da água é uma coisa, mas viver em cima da água é uma tendência cada vez maior nos países nórdicos.

 

A casa de Sascha Akkermann, a outra metade da dupla de designers Confused Direction, tem tudo o que se seria de esperar de uma residência amiga do ambiente, super contemporânea e com dois pisos. Tem um telhado com revestimento de relva que isola e serve ao mesmo tempo de área comum e uma janela que se pode virar na direcção do Sol, de modo a que o interior, possa ser aquecido por fontes de energia naturais. Mas esta casa tem algo de diferente: flutua.

 

Viver numa casa flutuante é como um regresso ao contacto com a natureza, mesmo vivendo muito perto do centro da cidade," afirma Akkermann referindo-se à casa que criou, de nome Silverfish e que está ancorada em Oldenburg, no noroeste da Alemanha. "Trata-se de uma forma de vida mais simples. Estamos tão próximos da água que podemos sentir a casa a mover-se lentamente ao sabor do vento."

 

As casas-barco dividem-se em dois grupos: as construídas com as tradicionais quilhas em V e as que foram construídas em plataformas que se assemelham a pontões, com design muito semelhante aos dos apartamentos contemporâneos, cada vez mais populares. O Silverfish de Akkermann gerou tanto interesse que está agora a ser comercializado a 150 mil euros, estando a Confused Direction a planear um ‘spin-off' da sua empresa de design de casas-barco.

 

Foi isso que esteve por trás das ideias de arquitectos como Vandeventer e Carlander, em Seattle, nos EUA. A sua casa flutuante, assente num pontão e situada num lago, tem dois quartos no nível inferior, uma área comum na parte superior e dois convés ligados por um fosso de escadas em vidro fosco. A cozinha é toda em madeira zebra e a pedra e o chão em betão cru. A estrutura é revestida por um alumínio trabalhado e impermeável e fibra de cimento. Numa prova daquilo que é possível fazer com casas flutuantes, tem mesmo um espaço tipo cave, abaixo do nível da água, o que também ajuda à estabilidade.

 

Estas residências flutuantes, bastante inovadoras, são bastante apelativas por outras razões. "sempre houve uma grande procura de terrenos junto à água e estes terrenos são vendidos a preços muito elevados, mesmo em cidades onde não faltam casas. Porquê? Pura e simplesmente porque os humanos adoram água". A popularidade destas casas lacustres está bem patente nas reservas feitas no CPH Living, o primeiro hotel flutuante de Copenhaga e que abriu em Junho. Além da sua localização bem no centro da cidade, "tem quartos extremamente sossegados e com vistas panorâmicas, transmitindo uma grande sensação de tranquilidade que advém do facto de estarem sobre a água," afirma o seu proprietário Henrik Smith. "Este hotel proporciona uma experiência totalmente diferente. Há muitas pessoas que, ao ouvir falar disto, se mudam de outros hotéis de Copenhaga para aqui."

www.salpetra.pt

Exclusivo Financial Times

publicado por salpetra às 17:17
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