Sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Newsletter_34-Doce ou Susto?

 

A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600a.c. e 800d.c., embora com marcadas diferenças em relação às actuais abóboras ou a famosa frase "Doçuras ou Travessuras", original dos EUA e que popularizou o festejo.

 

A celebração do Halloween tem duas origens que no decurso da História se foram misturando:

 

Origem Pagã—tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, que tinha como objectivo dar culto aos mortos, e seria celebrada entre os dias 5 e 7 de Novembro (entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). A “festa dos mortos” era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam “o céu e a terra”.

 

Origem Cristãdesde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar “Todos os Mártires”. Esta festa , ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31-Outubro). Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), passando depois pelas formas All Hallowed Eve e “All Hallow Een” até chegar à palavra actual “Halloween”.

 

Etimologia—Posto que, entre o dia 31 de Outubro e 1 de Novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening), acredita-se que assim se deu origem ao nome actual: Hallow Evening -> Hallowe'en -> Halloween. Conclui-se então que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa. A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos com o intuito de condenar aqueles  que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos.

 

Actualmente, o modo como o Halloween é celebrado, pouco tem a ver com a sua origem: restou uma alusão aos mortos, mas com um carácter completamente distinto. Além disso foi sendo incorporada uma série de elementos estranhos tanto à festa de Finados como à de Todos os Santos, como por exemplo o costume dos “disfarces”, nascido na França entre os séculos XIV e XV, a tradição de pedir um doce, sob ameaça de fazer uma travessura (trick or treat), com origem na Inglaterra, no período da perseguição protestante contra os católicos.

 

Na celebração actual, podemos notar a presença de muitos elementos em torno da bruxaria. As fantasias, enfeites, etc  comercializados estão repletos de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e monstros…

 

http://salpetra.blogs.sapo.pt

 

 

 

 

 

publicado por salpetra às 17:21
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Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009

Newsletter_33-Sabia que é possível fazer um contrato-promessa de arrendamento?

 

A celebração de um contrato-promessa de arrendamento em que se verifique a entrega da coisa e a consequente obrigação de pagamento de rendas, consubstancia um verdadeiro contrato de arrendamento, devendo sujeitar-se ao regime jurídico que resultar da interpretação das declarações negociais, independentemente da designação que as partes lhe atribuíram.

 

A celebração de contrato-promessa de arrendamento não é obrigatória, mas importante quando se pretenda garantir a celebração futura do contrato definitivo, em momento em que ainda não se encontram reunidas as condições necessárias para a sua efectivação.

 

Assim, deve prever-se no contrato:

 

* Identificação das partes e do objecto do contrato-promessa

* Localização do locado

* Prazo para a realização do contrato definitivo

* Montante do sinal, caso exista, como adiantamento parcial do preço total a pagar

* Montantes dos reforços do sinal, caso existam e, a indicação da data do seu pagamento como adiantamento do preço total a pagar

 

 

www.salpetra.pt

 

 

publicado por salpetra às 17:20
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Domingo, 18 de Outubro de 2009

Newsletter_30-As Doações são sempre possíveis?

 

“Doação é o contrato pelo qual uma pessoa, por espírito de liberdade e à custa do seu património, dispõe gratuitamente de uma coisa ou de um direito, ou assume uma obrigação, em beneficio do outro contraente”.

 

Partindo deste conceito legal, a doação depende da verificação de três requisitos: atribuição patrimonial ao donatário sem contrapartida económica; diminuição do património do doador e espírito de liberdade.

 

Quanto ao objecto, a doação deve incidir sempre sobre os bens próprios e presentes do doador, sejam eles móveis ou imóveis, sendo vedada, em qualquer caso, a doação de bens futuros.

 

Todos os que podem contratar e dispor de seus bens têm capacidade para fazer doações, sendo certo que a doação é acto pessoal e insusceptível de ser feita ao arbítrio de outrem.

 

São feridas de nulidade as doações feitas por interdito ou inabilitado a favor de seu tutor, curador ou administrador legal de bens ou a favor do seu protutor, se à data da doação o donatário representava o doador nas qualidades indicadas. Igualmente nulas as doações realizadas pelo doente, que não sejam remuneratórias pelos serviços recebidos, a favor do médico ou enfermeiro que o tratar ou do sacerdote que lhe prestar assistência espiritual, se a doação tiver sido realizada durante a doença e seu autor vier a falecer dela.

 

 

Para ser válida, a doação de imóvel tem que ser celebrada por escritura pública, sendo que, no caso da aceitação não ocorrer na mesma data, mas em data posterior à escritura de doação, o valor base para cálculo do imposto do selo sobre o acto de liberalidade deverá ser aferido considerando o valor fiscal do imóvel à data da escritura pública.

www.salpetra.pt

(in Guia do direito Imobiliário )

 

publicado por salpetra às 17:10
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Sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

Newsletter_32-E se vivesse numa casa-barco?

 

Viver perto da água é uma coisa, mas viver em cima da água é uma tendência cada vez maior nos países nórdicos.

 

A casa de Sascha Akkermann, a outra metade da dupla de designers Confused Direction, tem tudo o que se seria de esperar de uma residência amiga do ambiente, super contemporânea e com dois pisos. Tem um telhado com revestimento de relva que isola e serve ao mesmo tempo de área comum e uma janela que se pode virar na direcção do Sol, de modo a que o interior, possa ser aquecido por fontes de energia naturais. Mas esta casa tem algo de diferente: flutua.

 

Viver numa casa flutuante é como um regresso ao contacto com a natureza, mesmo vivendo muito perto do centro da cidade," afirma Akkermann referindo-se à casa que criou, de nome Silverfish e que está ancorada em Oldenburg, no noroeste da Alemanha. "Trata-se de uma forma de vida mais simples. Estamos tão próximos da água que podemos sentir a casa a mover-se lentamente ao sabor do vento."

 

As casas-barco dividem-se em dois grupos: as construídas com as tradicionais quilhas em V e as que foram construídas em plataformas que se assemelham a pontões, com design muito semelhante aos dos apartamentos contemporâneos, cada vez mais populares. O Silverfish de Akkermann gerou tanto interesse que está agora a ser comercializado a 150 mil euros, estando a Confused Direction a planear um ‘spin-off' da sua empresa de design de casas-barco.

 

Foi isso que esteve por trás das ideias de arquitectos como Vandeventer e Carlander, em Seattle, nos EUA. A sua casa flutuante, assente num pontão e situada num lago, tem dois quartos no nível inferior, uma área comum na parte superior e dois convés ligados por um fosso de escadas em vidro fosco. A cozinha é toda em madeira zebra e a pedra e o chão em betão cru. A estrutura é revestida por um alumínio trabalhado e impermeável e fibra de cimento. Numa prova daquilo que é possível fazer com casas flutuantes, tem mesmo um espaço tipo cave, abaixo do nível da água, o que também ajuda à estabilidade.

 

Estas residências flutuantes, bastante inovadoras, são bastante apelativas por outras razões. "sempre houve uma grande procura de terrenos junto à água e estes terrenos são vendidos a preços muito elevados, mesmo em cidades onde não faltam casas. Porquê? Pura e simplesmente porque os humanos adoram água". A popularidade destas casas lacustres está bem patente nas reservas feitas no CPH Living, o primeiro hotel flutuante de Copenhaga e que abriu em Junho. Além da sua localização bem no centro da cidade, "tem quartos extremamente sossegados e com vistas panorâmicas, transmitindo uma grande sensação de tranquilidade que advém do facto de estarem sobre a água," afirma o seu proprietário Henrik Smith. "Este hotel proporciona uma experiência totalmente diferente. Há muitas pessoas que, ao ouvir falar disto, se mudam de outros hotéis de Copenhaga para aqui."

www.salpetra.pt

Exclusivo Financial Times

publicado por salpetra às 17:17
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