Sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

Newsletter_38 - Mas afinal o que é isso da Taxa de Esforço?

 

A Taxa de Esforço indica qual o risco e esforço financeiro a que uma família está sujeita. Esta taxa representa uma relação entre a prestação mensal de um possível crédito e o duodécimo do rendimento mensal anual bruto do agregado familiar.

 

 

Para saber se ainda tem capacidade para contrair mais empréstimos deve calcular a sua taxa de esforço, isto é, o peso das suas prestações com empréstimos no seu rendimento. Quanto mais baixo for esse valor melhor.

 

 

Para calcular a sua taxa de esforço divida o valor mensal dos seus (ou do agregado familiar) encargos pelo rendimento mensal. Ex:. Uma família com um rendimento mensal liquido de 1.650€ e um total de 850€ de encargos mensais tem uma taxa de esforço de 52%, o que quer dizer que esta família utiliza 52% do seu rendimento mensal para pagar os encargos.

 

 

Ao calcular a sua taxa de esforço saberá qual a percentagem do seu rendimento mensal que é utilizada para pagar os encargos de um empréstimo. Regra geral, a Taxa de Esforço não deve ultrapassar os 45% a 50% do rendimento médio mensal do agregado familiar sendo que a taxa de esforço ideal é de 30% do rendimento médio mensal.

 

 

 

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publicado por salpetra às 13:54
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Sexta-feira, 13 de Novembro de 2009

Newsletter_36-Sabe o que é uma fiança?

 

A fiança é uma garantia pessoal típica que se encontra prevista e regulada nos arts. 627º a 655.º do Código Civil. Ser fiador é muito mais do que fazer um favor. È ser responsável pelo pagamento do dinheiro que foi emprestado, caso o mutuário deixe de cumprir essa obrigação.
 
O valor da fiança não pode exceder a dívida assumida pelo devedor, nem pode ser prestada em condições mais onerosas, sob pena da redução aos termos da dívida afiançada.
 
Sendo a fiança uma garantia prestada por um terceiro com o objectivo de assegurar o cumprimento da obrigação que não for cumprida pelo devedor, o credor poderá recusar o fiador que não tenha capacidade para se obrigar ou bens suficientes para garantir a obrigação. Por outro lado, poderá também exigir o reforço da fiança quando aquelas situações se verifiquem depois de o fiador ter sido nomeado.
 
Quando o devedor não cumpre a obrigação a que está adstrito será o fiador o responsável por tal cumprimento, quando isso acontece, o fiador que cumprir a obrigação fica sub-rogado nos direitos do credor, na media em que estes foram por ele satisfeitos (art. 644º do CC). E operando a sub-rogação, fica o fiador investido nos direitos do credor, já que a sub-rogação consiste numa transmissão singular do crédito.
 
Extinguindo-se a divida principal, a fiança extingue-se (art. 651º do CC).
 
A diferença entre o fiador e o avalista prende-se com o facto de o fiador só responder subsidiariamente, depois de não existirem bens do devedor principal, enquanto o avalista responde solidariamente (“lado a lado”) com o devedor principal. No fundo o fiador/avalista têm mais deveres do que direitos.
 
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publicado por salpetra às 13:41
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Sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

Newsletter_35 - Conhece a importância do seu Regime de Casamento?

 

Sabia que existem três regimes matrimoniais de bens que vigoram actualmente em Portugal e que podem fazer toda a diferença na alienação de um bem imóvel?

 

Comunhão Geral de Bens

 

Neste regime todos os bens são comuns, quer os que os cônjuges tenham trazido para o casamento, quer os que adquiriram posteriormente. Mas, há algumas excepções que constituem bens próprios de apenas um dos cônjuges: heranças com cláusula de excepção do parceiro, indemnizações de seguros, recordações de família de pouco valor, objectos de uso pessoal, salários, direitos de autor, e bens móveis usados na profissão.

Em caso de separação tudo será dividido entre ambos, ainda que o património pertença apenas a um dos membros do casal.

Comunhão de Adquiridos

 

Este regime estabelece a existência de bens próprios, que pertencem exclusivamente a um dos membros do casal: os bens que cada um tinha antes do casamento; bens recebidos por herança ou doados a apenas um deles, os adquiridos em troca de um bem próprio (objectos de uso pessoal, salários, direitos de autor e bens móveis utilizados na profissão) e de bens comuns (todos os bens adquiridos após o casamento são pertença dos dois).

Se não existir escritura antenupcial a lei considera que o casamento é celebrado em regime de comunhão de adquiridos.

Separação de Bens

 

Neste regime não existem bens comuns, a não ser os que o casal adquire em regime de compropriedade. Este regime é obrigatório nos casamentos em que um dos noivos tem mais de 60 anos.

Nota: Se os noivos optarem pelo regime de comunhão geral de bens ou de separação de bens devem fazer uma escritura antenupcial na Conservatória ou num cartório notarial. No caso de não haver escritura, o casamento é celebrado em regime de comunhão de adquiridos.

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publicado por salpetra às 17:48
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